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Vieira do Minho é o segundo concelho mais montanhoso do distrito de Braga.

A antiga Vernária (primeiro nome de Vieira), recebeu foral de D. Manuel I a 15 de Novembro de 1514.

Ocupa uma área de 216,2 quilómetros quadrados sendo limitado a Norte por Amares, Terras de Bouro e Montalegre; a Nascente por Montalegre e Cabeceiras de Basto; a Sul por Fafe e a Poente pela Póvoa de Lanhoso. A sua população, ronda os 15000 habitantes segundo o Censos de 91.

As serras do Merouço, Gerês e sobretudo a Cabreira caracterizam e constituem a paisagem envolvente, bem como o limite geográfico do concelho. Entre todas é a Cabreira que melhor se identifica com o povo desta terra. Fornece o pasto para os rebanhos, a madeira e a água que irriga os vales férteis e abastece as povoações.

Os rios Cávado e Ave com seus afluentes, providenciam locais de grande beleza natural. As 4 Barragens existentes no concelho constituem uma grande fonte de riqueza para o país, pela produção de energia hidroeléctrica. A Barragem do Ermal é alimentada pelo Ave e foi construída em 1938. Ocupa uma área de 163 hectares, capacidade de 22 milhões de metros cúbicos de água, 23,5 quilómetros de perímetro e uma produção média anual de 95 GWH.

A área envolvente dispõe de excelentes condições para a prática de um turismo de qualidade. A barragem de Caniçada, alimentada pelo Cávado e seus afluentes, foi construída em 1955. Ocupa uma área de 689 hectares, capacidade de 144,4 milhões de metros cúbicos de água e uma produção média anual de 305 GWH, podendo-se ainda desfrutar de vistas de rara beleza sobre o Gerês.

A barragem de Salamonde, construída em 1953, ocupa uma área de 242 hectares, tem 56,8 milhões de metros cúbicos de capacidade e uma produção média anual de 220 GWH. O Aldiamento existente junto à Central, outrora destinado a funcionários da EDP, poderá vir a constituir uma das melhores infra-estruturas turísticas da região.

A Barragem da Venda Nova, situada a montante de Caniçada e Salamonde, já no limite do Concelho, foi construída em 1951. Ocupa uma área de 400 hectares, grande parte da qual no concelho de Montalegre. Tem uma capacidade de 94,8 milhões de metros cúbicos e a sua produção média anual ronda os 360 GWH.

As freguesias que actualmente constituem o concelho de Vieira do Minho, pertenceram antigamente a vários concelhos, termos, coutos, villas e honras hoje extintos: é o caso de Parada de Bouro, Ribeira de Soaz, Ruivães, Rossas e Vila Boa da Roda. O povo é a sua maior virtude. Foi ele que moldou a Serra e o Vale e soube aproveitar os dons que a natureza lhe proporciona: o sol, a água e a terra. A simpatia e a generosidade no acolhimento, é uma das características mais estimadas destas gentes.




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