História e Tradições

Os campos que compõem a Quinta de Barbedo, contam com séculos de tradição agrícola e agropecuária. A quinta era habitada por uma família de caseiros que cultivavam as terras a fim de dividir 1/3 da colheita com o senhorio e, assim, solver a renda. Por estas terras existia extensa vinha de vinho verde, uma área de olival e cultivavam-se o milho e o centeio para fazer o pão típico que constituía o alimento principal da população, a batata que veio gradualmente substituir a castanha nos cozinhados, o feijão e a couve galega muito usados nos caldos e no prato típico couves com feijões. Das árvores autóctones obtinham-se a castanha e a bolota, que serviam também para alimentar os animais criados para consumo alimentar – porcos, vacas, ovelhas e galinhas.

Os registos existentes a partir das Memórias Paroquiais de 1758, retratam as terras desta freguesia como produtoras de centeio, milho, painço, feijão, linho, vinho, bom e bastante azeite e grande abundância de castanha e de bolota. As árvores autóctones eram o carvalho e o castanheiro. Nestas terras corriam ribeiros com ímpeto violento fazendo grandes cachoeiras e ruídos, encontrando-se ao longo dos mesmos azenhas e moinhos. Ao fundo, o rio Cávado que corria irregular e selvagem criava trutas, bogas, escalos e alguns salmões.

Casa e
tradições
da Quinta

O património arquitetónico da Quinta de Barbedo data da segunda metade do século XIX, sendo constituído por: a Casa maior onde no piso superior viviam os caseiros e no piso inferior se criavam os porcos e as galinhas; a Eira onde se malhavam os cereais produzidos na quinta – milho, centeio e feijão; o Sequeiro onde estes secavam para se conservarem durante os meses frios de inverno e; o Curral onde pernoitava o gado e se guardavam os fenos.

A Quinta é atravessada por um ribeiro cuja corrente de águas é a principal sonoridade no espaço. Logo à entrada da Quinta, na margem deste ribeiro assenta um antigo moinho que, em tempos, moía grãos de milho e centeio para alimentar as gentes da terra. Um pouco abaixo, forma-se a poça, uma zona de divisão das águas para duas levadas que fornece os herdeiros (proprietários de campos agrícolas em zonas inferiores), de acordo com os costumes e regras culturalmente mantidas, para regadio e/ou funcionamento dos moinhos e lagares de azeite.

Espaço de Turismo

A Quinta abriu ao público como empreendimento de Turismo Rural em 2001, após uma fase de reconstrução e remodelação para acolher viajantes. Na reconstrução das casas, respeitamos os traços arquitetónicos originais e privilegiamos o uso de materiais típicos da região, como o granito e as madeiras de carvalho e de castanho. Na fase inicial, dispúnhamos de 7 quartos para hóspedes localizados na casa dos caseiros e no curral. Nos anos seguintes requalificámos o espaço envolvente, construindo a piscina, composto o ribeiro que percorre a quinta e criando um lago que ao longo dos tempos se tornou o habitat natural de patos e peixes de água doce.

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